Resgatando coisas de nosso passado...
Eta imagem boa, boa pra tudo:
argüir, refletir, olhar nossa umbilicalidade diante da vida e dos nossos processo entre egoísmos e altruísmos...
...Grazi, aldren, isabelle, Mundo! Povo! Todo Mundo!!!
...Podemos pensar tudo Graziela, te respondendo! O tal do processo colaborativo criativo é outro lugar de produção e pesquisa/investigação que abarca tantos lugares: artístico, cognitivo, intelectual, cultural, literário (como este que estamos construindo nesse momento), científico, acadêmico...
O pensar colaborativo ainda nos apavora porque vivemos e viemos de um histórico de hierarquia e escravidão, de subordinação, de um olhar ‘atimal’ ao senhor do feudo, à Sinhazinha, etc., agora, nesse tempo, quase vencidos, mesmo que paradoxalmente ainda muito presente em nós, basta olhar...
Quanto se produziu hierarquicamente nas artes: Frida kahlo e sua hierarquia de sofrer, de um amor sofri-conflituoso que a estimulou a criar e hierarquizar as cores, revolucionando a pintura...
A perspectiva piramidal está no nosso inconsciente. Mais cedo ou mais tarde ela salta para o lugar da razão, do consciente, é normal, é factual.
Concordo bastante com a fala de Aldren! (:) Criar colaborativamente ainda é uma utopia, aliás, utopia não, porque conheço pouco epistemologicamente e filosoficamente disso, mas numa ilustração é como um bebê de seis meses, começando a perceber a gravidade em seu corpo, e assim, luta, brinca, levanta, cai e age contra e a favor dela, agindo e reagindo, gerando vida...
Quantas belíssimas obras foram construídas hierarquicamente. Os grandes balés, por exemplo, e se não fossem assim, talvez não tivesse dado certo e se perpetuado: a estética, a técnica, o histórico.
Não podemos esquecer as informações históricas... Não podemos desprezar o histórico, o ocorrido a um segundo atrás (espirrei).
Nesse lugar do contemporâneo, do moderno ou pós-moderno, seja lá como se entende esse tempo que estamos; estamos bem nesta tentativa colaborativa de criar, "de ser/estar/fazer", como disse Aldren. Mas é, certamente, um processo que precisará de um tempo para que entendamos fora das utopias e dos resquícios da piradamização de mundo e estar nele. E que ótimo: Estamos no mundo!!!
Lembremo-nos: nosso corpo é o grande afetado, modificável. O que sofre, o que se (si) adapta ou não se adapta. E dele vem todas as relações, por isso ele precisa de tempo, pode o processo ser atemporal, mas o corpo resiste até se reorganizar dentro de sua complexa organização hierárquica, autônoma, auto-suficiente, impotente, e et cetera de tudo mais que somos...
Acredito que o caminho é bem esse! E a hierarquia piramidal precisa de tempo pra se diluir... Nada é tão só efêmero!!!
SUPER TOP 10+
ResponderExcluirQue essa tentativa seja incrível para tod@s intérpretes/criadores/fazedores/atores/agentes da dança contemporânea.
Façamos história.
Precisamos refletir sobre esse "Mundo contemporâneo" que atravessa nossa arte, pois este "fazer/dizer"precisa de "alguéns" para ver/ouvir estes questionamentos e entretenimentos artísticos (a Dança), e "estamos proporcionando", provocando o contrário.
A platéia da Dança contemporânea está repleta de amigos, artistas. É pra esse público que estamos criando? Logo precisaremos de DRT para ver um espetáculo de dança.
A PID está pra acontecer. Vamos em busca do "pré sal" da dança.
Pois é! Aldren! Estamos em meio à multidão. Somos 'nós', e não tão 'sós', quanto parece...
ResponderExcluirna verdade não só aldren, Isabelle, mas MUNDO, mundo mundo gira-mundo... Não estamos sós e isso é ótimooooo
ResponderExcluiré fantástico como diz o amigo e professor Jair Araujo.