Iniciamos as nossas atividades com um alongamento proposto por Isabele, logo apos começamos as nossas pesquisas de possibilidades de impedimento com uma atividade proposta por Isabele de criarmos impedimentos em nossos corpos e a reação a esse impedimento. Esse exercicio se deu de forma individual onde esperimentamos diversas possibilidades, culminando em uma sequencia apartir dos estudos encontrados.
Participaram desse esperimento eu, Isabelle, Grazi e Núbia.
Depois de mostrar os resultados individuais passamos a segunda fase onde passamos as nossas sequencias umas para as outras.
Na sequencia de Nubia eu percebi a possibilidade de potenciar a sua sequncia se prendessimos os braços para que assim o foco fiasse nas pernas e no esforço para a movimentação. Esse elemento deu uma maior dramaticidade a sequencia de Nubia que ao meu ver acabou dando uma maior independencia para interpretações quando executada. A sequencia de Isabele ao ser passada para nos sofreu alterações que ainda percebo que consequntemente ira ocorrer no percusso de seu amadurecimento e intendimento dentro de uma linha de dramatrugia a ser seguida. A minha sequencia que inicialmente tinha um grau de dificuldade tecnica e especifica, sofreu alterações que ao meu ver deu uma nova visão a minha cooncepção inicial me levando a perceber a necessidade de utilizar uma espacialidade que não havia sido utilizada na sequencia original e assim se tornando com um potencial em precesso de amadurecimento por perceber que a dramaturgia implicida nela precisa ser revista, não sei se pelo fato de ter a preocupação de tecnicamente e branca "sem interpretação" de estar passando a sequencia para as minhas colegas tenha me distanciado da dramaturgia que eu tinha ao fazer so, não sei talvez seja essa sim a questão ou tambem eu tenha que fazer novamente so para reidentificar a motivação inicial que me levou a desenvolver essa sequencia e as mudanças que ela sofreu de adptação tecnica e espacial. Sinto que esse dia foi interessante pq ao final das nossas atividades percebi o potencial das sequencias construidas e os resultados obtidos. O exercicio de passarmos as pesquisas individuais uma para as outras ao meu ver nos exercitou como pesquisadoras e interpretes por ver um outro corpo realizando o que se pensou individualmente e por ver as multiplas interpretações que cada um percebe em algo que não e seu ,mas que se torna ao realizar dando sentido de propriedade , intimidade e identificação.
Fiquei com muita vontade de ver todos so resultados alcançados ate aqui, pois acredito que uma sequencia ou uma serie de sequencias podem sim ter uma dramaticidade propria sem nem ao menos deteminarmos, ser algo que a propria movimentação possa dar rumo. Seguindo a logica da teoria do Caos.
Nesse dia tambem sugiu pequenos exercicios de composição para serem desenvolvidas no proximo encontro.
Acredito que ja tenhamos feito bastante exercicios com o moti de ressistencia, acho que esta chegando a hora de começarmos a pensar em outros recursos ou motivações para as proximas pesquisas de movimento para que possamos ter um repertorio mais diversos e não cairmos na repetição de ações.
Oi Norma, penso que vc deve manter mesmo o solo original, sim, seguindo o seu impulso. É muito bom ter esse registro e poder aplicá-lo, mostrá-lo, compartilhando novas descobertas. Pena que tenhamos tão pouco tempo para desenvolver o trabalho. Mas é isso! Começamos hoje uma experimentação em grupo que gerou outro tipo de cena, vocie verá...E ainda devemos voltar aos duetos. Outras provocações estão surgindo...e mantendo o ingrediente beckettiano, podemos operar ainda muitas outras. A questão é como, onde e quando fazer. A superação do tempo e espaço é possível? Sugestões?
ResponderExcluirEsses experimentos realmente partem de investigações muito pessoais,é a relação de cada um com a proposta.E é muito valioso poder olhar como a dança se desenha em diversos corpos, de variadas formas e vai se modificando quando executada pelo outro e pelo objetivo de amarrar uma sequência.O ser diferente, nesse caso ao se apropriar da sequência do outro e ter liberdade de fazer ajustes na sua execução, também é uma forma de abrir espaço para novas possibilidades e questionar a dramaturgia e o próprio movimento.Como se essa "multidão" fosse lapidando as construções,interagindo,questionando e re-significando corporalmente nesse processo de compartilhamento.
ResponderExcluirSugestões?
Focar no contexto e outros elementos da peça. E um elemento que é muito intrigante ao ler a peça ,é se imaginar no lugar do personagem sendo testado em cena com elementos surpresa em condições de impedimento.Por ex.:um mesmo movimento ou sequência executado com várias condições de impedimento(com uma bola,uma vassoura,um elástico que prende os pés , os braços ou qualquer parte do corpo,uma outra pessoa grudada,com uma venda nos olhos....qualquer criatividade que venha a somar).
Percebo, que a cada Trinar de apito! das nossas experiência, durante o nosso processo de criação,estamos evoluindo e a satisfação vem trazendo resultado de produzir, criar e recriar sempre mais,a cada dia estamos na espectativa de ver acontecer,o nosso PERSONAGEM!onde somos individuais e coletivos.Expandindo e acrescentando novos desejos de ouvir o trinar do apito ao alto...
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