Acredito, que reflete todo processo colaborativo, criativo
e ainda,

contemporâneo. Logo, este processo está incluso.
De acordo com às investigações/pesquisas/propostas apresentadas aqui, lá e nas fofocas/boatos/conversas de corredor.
"Lógica da exclusão"
"hierarquia"
"Skinner"
"Freud"
"Becquet"
"Viviane Mosé"
"Lei do impedimento"
"Empecilhos"
"utopia da resistência"
entre outros.
façamos diferente.
Façamos!!
ResponderExcluirSenti sua falta hoje, Aldren! Quanto a imagem, a ideia de pirâmide acaba por predominar e intensifica o sentido hierárquico, onde poucos estão to topo, no poder. Nos processos colaborativos, cujo princípio elementar é a participação, se manifesta de maneira a construir outras formas sociais, coletivas, grupais, mais horizontais, onde cada um faz a sua parte.
ResponderExcluirConcordo com Isabelle. Eu também não vejo uma pirâmide, acho q um processo criativo colaborativo precisa de um enlaçamento e do suporte um do outro, mas sempre horizontal.
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ResponderExcluirConcordo (teoricamente) com tudo isso, mas na prática, não é bem assim que vem acontecendo.
ResponderExcluirAs (novas) organizações existem sim, as horizontalidades mudam completamente o estado piramidal, mas sempre existirá um primeiro, o que inicia, o que terá o nome (em ordem alfabética) em primeiro ou/e em ultimo lugar. No enlaçamento sempre terá um lugar mais forte e outro mais fraco.
Estamos sempre atuando de modo cartesiano?
Precisamos sempre de alguém que venda e outro que compre, de mestres e alunos, pais e filhos, lideres e lideres, etc.
Entendo e detesto o modo piramidal de ser/estar/fazer. Busco no cotidiano, dialogar entre às "partes" para atuar em colaboração e viver melhor. Quando falo em "partes", me refiro aos seres e espaços inflexíveis a participação, pois seus princípios são mais importantes.
Pois é, os papéis de liderança continuam existindo, Aldren...porém, eles são transitórios, maleáveis, múltiplos, às vezes, e sempre alternáveis, o que constitui o processo democrático. O problema das ditaduras, das hegemonias políticas e econômicas é, em grande parte, tentar se manter no topo!
ResponderExcluirO que vem a ser um processo colaborativo criativo?
ResponderExcluirÉ possível se pensar em colaboração nessa perspectiva piramidal?
E o que são essas relações onde um vende e outro compra, entre mestres e alunos, pais e filhos, lideres e lideres, etc? Podemos pensar em hierarquia nesse contexto?
Eta imagem boa, boa pra tudo:
ResponderExcluirargüir, refletir, olhar nossa umbilicalidade diante da vida e dos nossos processo entre egoísmos e altruísmos...
...Grazi, aldren, isabelle, Mundo! Povo! Todo Mundo!!!
...Podemos pensar tudo Graziela, te respondendo! O tal do processo colaborativo criativo é outro lugar de produção e pesquisa/investigação que abarca tantos lugares: artístico, cognitivo, intelectual, cultural, literário (como este que estamos construindo nesse momento), científico, acadêmico...
O pensar colaborativo ainda nos apavora porque vivemos e viemos de um histórico de hierarquia e escravidão, de subordinação, de um olhar ‘atimal’ ao senhor do feudo, à Sinhazinha, etc., agora, nesse tempo, quase vencidos, mesmo que paradoxalmente ainda muito presente em nós, basta olhar...
Quanto se produziu hierarquicamente nas artes: Frida kahlo e sua hierarquia de sofrer, de um amor sofri-conflituoso que a estimulou a criar e hierarquizar as cores, revolucionando a pintura...
A perspectiva piramidal está no nosso inconsciente. Mais cedo ou mais tarde ela salta para o lugar da razão, do consciente, é normal, é factual.
Concordo bastante com a fala de Aldren! (:) Criar colaborativamente ainda é uma utopia, aliás, utopia não, porque conheço pouco epistemologicamente e filosoficamente disso, mas numa ilustração é como um bebê de seis meses, começando a perceber a gravidade em seu corpo, e assim, luta, brinca, levanta, cai e age contra e a favor dela, agindo e reagindo, gerando vida...
Quantas belíssimas obras foram construídas hierarquicamente. Os grandes balés, por exemplo, e se não fossem assim, talvez não tivesse dado certo e se perpetuado: a estética, a técnica, o histórico.
Não podemos esquecer as informações históricas... Não podemos desprezar o histórico, o ocorrido a um segundo atrás (espirrei).
Nesse lugar do contemporâneo, do moderno ou pós-moderno, seja lá como se entende esse tempo que estamos; estamos bem nesta tentativa colaborativa de criar, "de ser/estar/fazer", como disse Aldren. Mas é, certamente, um processo que precisará de um tempo para que entendamos fora das utopias e dos resquícios da piradamização de mundo e estar nele. E que ótimo: Estamos no mundo!!!
Lembremo-nos: nosso corpo é o grande afetado, modificável. O que sofre, o que se (si) adapta ou não se adapta. E dele vem todas as relações, por isso ele precisa de tempo, pode o processo ser atemporal, mas o corpo resiste até se reorganizar dentro de sua complexa organização hierárquica, autônoma, auto-suficiente, impotente, e et cetera de tudo mais que somos...
Acredito que o caminho é bem esse! E a hierarquia piramidal precisa de tempo pra se diluir... Nada é tão só efêmero!!!